Duplicata escritural: a janela competitiva dos próximos 180 dias
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A duplicata escritural deixou de ser apenas um tema regulatório. Hoje, ela se tornou uma agenda estratégica — e urgente.
Nas pesquisas realizadas com empresas participantes do evento Encontros à Mesa, promovido pela Nexxera, 43% afirmam que esperam estar prontas em até 180 dias. O dado revela movimento, mas também expõe um desalinhamento importante: há pressa, mas ainda pouca clareza sobre como executar.
O problema não é a falta de prazo, é a falsa sensação de prontidão.
Ainda existe um excesso de discussão sobre obrigatoriedade e um déficit de profundidade sobre execução. Muitas empresas acreditam que estão avançando, quando na verdade ainda não enfrentaram as decisões mais complexas dessa transição.
E é nesse ponto que o risco se materializa: não na adequação, mas na ilusão de que ela já está encaminhada.
Não se trata mais de “por que fazer”. Trata-se de “como fazer com velocidade, consistência e integração real”.
Empresas que enxergarem a duplicata escritural apenas como exigência regulatória tendem a operar no mínimo necessário e capturar pouco valor. Já aquelas que tratarem esse movimento de forma estratégica poderão revisar processos, qualificar dados e redesenhar sua operação financeira.
A diferença não estará em estar pronto, mas em como cada empresa escolheu se preparar.
Porque a regulação favorece quem tem dados estruturados, integração ativa e capacidade de execução. E penaliza quem opera com fragmentação, retrabalho e baixa visibilidade.
Quando bem implementada, a duplicata escritural melhora a qualidade da informação, aumenta a rastreabilidade e cria um ambiente mais seguro para crédito e antecipação. O impacto não é conceitual, é operacional: menos fricção, menos custo e mais previsibilidade no ciclo financeiro.
Mas isso não acontece por adesão. Acontece por integração.
Na Nexxera, esse entendimento levou ao desenvolvimento de uma estrutura de orquestração que simplifica e automatiza a adesão ao regulatório, reduzindo complexidade e acelerando a captura de valor.
Mais do que viabilizar o cumprimento regulatório, o foco está em garantir que essa transição gere resultado prático, e não apenas a conformidade.
Os próximos 180 dias não são apenas um prazo. São um filtro.
Porque, nesse novo cenário, cumprir será o básico. E operar com eficiência será o que define quem avança e quem fica para trás.
— Edson Silva
Fundador e presidente da Nexxera







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